20h00 - Faltam precisamente quatro horas para a data limite da entrega do Orçamento. A SIC Notícias avança que a hora da entrega poderá aproximar-se da meia-noite, à semelhança do que aconteceu no ano passado. 

19h44 - CDS confirma voto contra a proposta do OE2019. A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, confirmou que o partido vai votar contra a proposta do OE2019 por considerar que é um Orçamento de "continuidade", alertando que vai estar atenta "ao que vem escondido" entre as "medidas simpáticas", em linha com o que foi dito por Cecília Meireles. 
19h44 - Bloco fala em negociação "dura e muito intensa".  O Bloco de Esquerda (BE) conseguiu incluir algumas das suas medidas na proposta do OE2019, mas Mariana Mortágua considera que estas 'vitórias' foram "fruto de uma negociação dura e muito intensa" . No entanto, apesar dos compromissos alcançados, a deputada do BE lembrou, em declarações transmitidas pela SIC Notícias, que "[esses acordos] não alteram as posições ideológicas de cada partido". 
19h35 - PCP teve reunião esta tarde com o Governo.  O objetivo da reunião, segundo disse fonte da bancada comunista à Lusa , foi esclarecer dúvidas quanto a alterações à proposta do OE e estiveram presentes Jorge Cordeiro, da Comissão Política, e o deputado Duarte Alves. 
19h21 - Regulador da energia propõe aumento de 0,1% na fatura da luz.  Dia de apresentação do OE2019 é também o dia de a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apresentar uma proposta de tarifas para a energia elétrica a vigorar no ano seguinte . 
19h18 - Surpresas podem estar nas "letras pequeninas".  O CDS, pela voz de Cecília Meireles, considera que as "medidas simpáticas" foram sendo conhecidas, mas que as surpresas podem estar nas "letras pequeninas" . Em declarações transmitidas pela SIC Notícias, Cecília Meireles apontou, porém, que o seu partido não encontra no documento "as políticas de que Portugal precisa". 
19h00 - Damos início a um acompanhamento ao minuto de tudo o que vai acontecer no pré, durante e pós-apresentação do Orçamento.  À semelhança dos anos anteriores, os últimos dias têm sido marcados por negociações com os partidos, nomeadamente os que apoiam a Geringonça, e o Governo. Mas hoje é o dia 'D', é o dia em que é entregue a proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano na Assembleia da República. Apesar de não ser um documento final - uma vez que ainda carece de discussão e aprovação na generalidade e na especialidade - poderá fornecer desde já um conjunto de ideias sobre as medidas que o Governo pretende implementar em 2019, o último da atual legislatura. 
Muito se tem falado sobre as medidas que poderão vir a ser implementadas - e que podem ser consultadas aqui -, mais até do que em anos anteriores. Aumentos dos salários para a Função Pública, alterações ao IRS, aumentos das pensões, revisões das reformas antecipadas, descida do 'teto' máximo das propina e manuais escolares gratuitos até ao 12.º ano são algumas das medidas que, ao chegarem, terão impacto direto no nosso dia a dia . 
Mas há mais. Além do que mexe com o nosso quotidiano, importa também saber o que esperar do rumo da economia. O ministro Mário Centeno apresentará também as perspetivas macroeconómicas para o próximo ano.
De acordo com o que tem vindo a ser divulgado, o Governo deverá incluir uma previsão de 0,2% para o défice do próximo ano, uma taxa de desemprego de 6%, um crescimento do produto interno bruto (PIB) na ordem dos 2,2% e, ainda, que a dívida pública se situe em 117% do PIB. Ainda sobre as previsões macroeconómicas, recorde-se que na sexta-feira a agência Moody's melhorou o rating de Portugal para o grau de investimento, ficando agora alinhada com as restantes agências de notação financeira.

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