Em entrevista ao canal televisivo financeiro CNBC, Jamie Dimon mencionou também, como causas, incertezas como a saída do Reino Unido da União Europeia e o mercado petrolífero, mas sublinhou que "o que está a perturbar mais é o comércio".

O responsável pelo maior grupo bancário dos EUA adiantou que os investidores e os empresários ainda estão a avaliar até onde pode chegar o conflito entre os norte-americanos e a China.
Dimon entende que, por agora, não se pode falar em "guerra" comercial, mas sim de "escaramuça", sublinhando que a questão está a provocar "incerteza".
O dirigente do JPMorgan Chase referiu que, além do âmbito comercial, a economia norte-americana continua robusta, com criação de emprego e subida de salários.
"Os factos reais no terreno são que temos crescimento nos EUA e no mundo", sublinhou.
Os mercados internacionais assistiram hoje a um aumento da tensão entre EUA e China, depois da detenção no Canadá da filha do fundador da Huawei a pedido das autoridades norte-americanas.

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