A Fundação Berardo sobreviveu à ação que o Ministério Público lhe moveu em 1992 por causa dos estatutos, ficando impedida de receber subsídios de entidades públicas mas mantendo o artigo segundo o qual é a Fundação que sustenta Joe Berardo e a família. O processo, arquivado no Tribunal da Comarca da Madeira e que o Expresso consultou, refere também alguns dos apoios que a Fundação deu nos primeiros anos de atividade, como donativos para o grupo carnavalesco no qual desfilava o então presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, e ajudas para bolsas de estudo à Diocese do Funchal

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