Este ano, pela primeira vez, foram realizadas primárias, em 27 de janeiro , das quais saíram os nove partidos ou alianças que concorrem a estas eleições gerais.
O atual Presidente da Bolívia, Evo Morales, líder do partido Movimento para o Socialismo (MAS), terá oito 'adversários' com destaque para a aliança Comunidade Cidadã liderada pelo ex-Presidente Carlos Mesa, que nas sondagens ocupa o segundo lugar nas intenções de voto atrás de Morales.
Além do Presidente e vice-Presidente, os bolivianos votam para eleger 130 deputados, 36 senadores e nove governadores - um por cada departamento do país -, que integrarão a Assembleia Legislativa para o período 2020-2025, atualmente controlado com uma maioria de dois terços pelo Movimento para o Socialismo de Evo Morales.
Até ao dia 02 de novembro , os tribunais dos nove departamentos bolivianos devem publicar os resultados a nível departamental no portal da Internet do órgão eleitoral e na imprensa.
No dia seguinte, 03 de novembro , o órgão eleitoral anunciará os resultados nacionais.
A legislação eleitoral na Bolívia reconhece como vencedor na primeira volta o candidato que ultrapasse os 50% dos votos ou quando obtém 40% com 10 pontos de vantagem sobre o segundo.
Caso essas percentagens não sejam atingidas, realiza-se uma segunda volta entre os dois mais votados, a realizar 60 dias após a primeira votação.
Se um dos dois candidatos comunicar ao órgão eleitoral por escrito que declina a sua participação na segunda volta com 45 dias de antecedência, o Tribunal Eleitoral proclamará o outro partido como vencedor.
Os eleitores habilitados no país e no exterior são 7.315.364, com um aumento de mais de um milhão em comparação aos 5.971.152 das eleições anteriores de 2014.
O órgão eleitoral autorizou a votação de 341.001 bolivianos residentes em 33 países, especialmente Argentina, Brasil, Chile e Espanha.
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