"Sem querermos ter a presunção de fazer um apelo bacoco e politicamente correto à 'união', temos o dever de não contribuir para a ' balcanização ' do Sporting", escreve o grupo na sua página no Facebook , um dia depois de a direção do clube ter retirado o apoio à Juventude Leonina e ao Diretivo Ultras XXI.

O grupo lembra que "a curva sul [lugar da bancada do Estádio José Alvalade onde estão as claques] é uma realidade composta por quatro GOA, com identidades diversas, unidos pela fidelidade verde e branca".
A Torcida Verde considera que "a fragmentação da curva sul, sem os seus quatro GOA, não serve o clube nem os seus adeptos", e assegura: "Queremos acreditar que este é um momento transitório que os valores do grande Sporting Clube de Portugal presentes em todos os intervenientes, dos quais fazemos parte, irão prevalecer".
O grupo assegura que quer dar um sinal objetivo de apelo à união, lembrando que tem "uma história, partilhada com esses dois grupos, centrada em milhares e milhares de quilómetros no apoio ao grande Sporting em diversas modalidades e nas circunst â ncias mais difíceis".
"Pela nossa parte, queremos dar um sinal objetivo com a utilização das nossas faixas 'hoje e sempre Sporting' e 'Sporting dos adeptos', eventualmente em substituição da nossa faixa principal", refere a nota divulgada na rede social.
No domingo, o Sporting rescindiu "com efeitos imediatos" os protocolos que celebrou em 31 de julho com a Associação Juventude Leonina e com o Diretivo Ultras XXI -- Associação, devido à "escalada de violência" recente.
Segundo o clube, a decisão foi tomada "em virtude da escalada de violência que no sábado culminou com tentativas de agressões físicas a dirigentes e outros adeptos", durante a vitória no futsal frente ao Leões de Porto Salvo (6-1), no Pavilhão João Rocha.
 

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