A retirada dos preservativos Life Guard, fabricados na Índia , ocorreu após um aviso feito pelas autoridades do Uganda que se aperceberam que o contracetivo tinha buracos, alegando que os preservativos poderiam "explodir" a qualquer momento.

De acordo com o Governo, os preservativos foram fabricados em abril deste ano e poderiam ser utilizados até 2024.
Segundo a UNAIDS , uma organização da Organização das Nações Unidas que tem como função ajudar no combate e tratamento da sida, o Uganda tem uma população de 45 milhões de pessoas e cerca de 1,4 milhões sofrem com o vírus do HIV , dos quais 53 mil contraíram a doença em 2018.
David Kamu , porta-voz da Marie Stopes , revelou à France- Presse que os dois lotes de preservativos foram retirados do mercado por "não corresponderem à qualidade que é exigida".
Marie Stopes é uma organização de saúde reprodutiva e sexual, sem fins lucrativos, que atua em 37 países e que se apresenta, no seu sítio na Internet como os maiores fornecedores de contraceção acessível e de alta qualidade e de serviços de aborto seguro.
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